
Renovação no Senado traz 108 suplentes com presença de parentes e empresários
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A eleição de 2026 renovou dois terços do Senado Federal com a escolha de 54 parlamentares, que trazem consigo 108 suplentes para mandatos vigentes até 2035. A substituição de titulares é recorrente na Casa: na atual legislatura, 42 suplentes já assumiram o mandato, sendo que dez permanecem em exercício e outros 28 atuaram entre 2023 e 2026 em razão de licenças, renúncias ou falecimentos.
Presença de familiares nas chapas eleitas
As composições das chapas destacam alianças políticas e a presença de familiares. No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro terá o irmão Diego Torres na primeira suplência, enquanto Bia Kicis registrou o filho Samuel Kicis. No Pará, Helder Barbalho tem como primeiro suplente o pai, Jader Barbalho. No Amazonas, Eduardo Braga terá novamente a esposa Sandra Braga, e no Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim indicou a irmã Kelly Valentim. Já em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja terá o senador Nelsinho Trad como suplente.
Empresários e patrimônio milionário entre suplentes
O grupo de suplentes inclui ainda empresários com expressivo patrimônio declarado. Destacam-se Pastore, primeiro suplente de Eduardo Gomes no Tocantins, com R$ 677 milhões em bens; Renato Figueiredo, no Distrito Federal, com R$ 49,6 milhões; e Vicente Santini, suplente de Guilherme Derrite em São Paulo, com R$ 41,5 milhões.
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Crédito da apuração original: G1
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