
Representação de candidatas no Legislativo varia entre estados em dados parciais
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 16% do texto original
Dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral referentes a dez unidades da federação mostram que Mato Grosso do Sul lidera a representação feminina na Câmara dos Deputados, elegendo mulheres para metade de sua bancada. Conquistaram vagas no estado Camila Jara (PT), Rose Modesto (União), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (Republicanos). Em contrapartida, o Distrito Federal e Roraima não elegeram nenhuma deputada federal.
Mato Grosso do Sul lidera bancada feminina na Câmara
No Senado, o Distrito Federal destacou-se como a única unidade a destinar suas duas vagas a mulheres, elegendo Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL. Também garantiram cadeiras Mara Rocha (Republicanos), no Acre; Rayssa Furlan (Pode), no Amapá; e Teresa Surita (MDB), em Roraima. Outros seis estados definidos elegeram apenas homens.
Presença de mulheres no Senado e destaque do DF
Para as assembleias legislativas e a Câmara Legislativa do DF, o Amapá obteve a maior proporção feminina, elegendo seis deputadas entre 24 vagas (25%). O Espírito Santo também elegeu seis mulheres, correspondendo a 20% das 30 cadeiras disponíveis, com Camila Valadão (PSOL) sendo a mais votada do estado. O Acre foi o único estado sem mulheres eleitas para o Legislativo estadual.
Participação feminina nas assembleias estaduais
No panorama geral dos resultados parciais analisados, as candidatas garantiram 23 das 105 cadeiras para a Câmara dos Deputados (21,9%), cinco das 20 vagas no Senado (25%) e 32 das 222 vagas em disputa nas assembleias e na Câmara Legislativa (14,4%).
Assuntos
- mulheres na política
- representação feminina
- eleições legislativo
- câmara dos deputados
- senado federal
- assembleias legislativas
- bancada feminina
- tse eleições
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1