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Rio Grande do Sul escolheu candidato derrotado na maioria das disputas ao Planalto

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G1há 2 h
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A maioria dos eleitores do Rio Grande do Sul votou no candidato derrotado em sete das nove eleições presidenciais realizadas desde a redemocratização. Em apenas duas disputas nacionais a preferência dos gaúchos coincidiu com o resultado geral das urnas: na eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, e na de Jair Bolsonaro, em 2018.

Histórico divergente desde a redemocratização

Na eleição de 2026, o cenário voltou a se repetir no estado com a vitória local de Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 57,84% dos votos válidos (3.874.378 votos) contra 42,16% (2.824.552 votos) de Lula (PT), que acabou eleito presidente no resultado nacional.

As únicas exceções: vitórias de 2002 e 2018

A tradição divergente do eleitorado gaúcho teve início no pleito de 1989. Naquela ocasião, Leonel Brizola liderou o primeiro turno no estado, e Lula conquistou 68,72% dos votos válidos no segundo turno gaúcho, mas foi derrotado nacionalmente por Fernando Collor de Mello.

Resultados recentes e tradição do voto gaúcho

O comportamento repetiu-se com novas vitórias de Lula no estado em 1994 e 1998, diante de Fernando Henrique Cardoso, e seguiu com maiorias gaúchas para Geraldo Alckmin em 2006, José Serra em 2010, Aécio Neves em 2014 e Jair Bolsonaro em 2022.

Assuntos

  • eleições presidenciais
  • rio grande do sul
  • votação no rs
  • eleitorado gaúcho
  • histórico eleitoral
  • presidência da república
  • política nacional

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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