
Senado do Paraguai mantém processo de cassação de Santiago Peña após renúncia
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Senado do Paraguai deu continuidade ao processo de impeachment contra o presidente Santiago Peña na noite de quinta-feira (5), ignorando o pedido de renúncia apresentado por ele em vídeo. Uma nova sessão foi convocada para sexta-feira (6), momento em que o mandatário deverá apresentar sua defesa contra as acusações formuladas pela Câmara dos Deputados.
Continuidade do julgamento político no Senado
A crise política decorre da liquidação do banco ueno, pertencente ao Grupo Vázquez, após o Banco Central identificar insuficiência de recursos para cobrir obrigações financeiras. A instituição reunia cerca de 3 milhões de clientes e aproximadamente US$ 850 milhões em depósitos públicos, incluindo verbas previdenciárias. Peña, que foi acionista do grupo até março do ano passado, é acusado pela oposição de conflito de interesses e desvio de recursos.
Origem da crise financeira e acusações
A renúncia buscava assegurar ao presidente a condição de senador vitalício e foro privilegiado, prerrogativas perdidas em caso de condenação no julgamento político. A cassação do mandato exige ao menos 30 votos entre os 45 senadores. Se Peña for destituído, o vice-presidente Pedro Alliana assumirá o governo até agosto de 2028.
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Crédito da apuração original: G1
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