
Sistema a laser do Coliseu é aplicado para monitorar estrutura do Museu do Ipiranga
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A mesma tecnologia de escaneamento a laser em 3D utilizada na conservação do Coliseu de Roma, na Itália, está sendo aplicada para proteger a estrutura do Museu do Ipiranga, edifício de 131 anos localizado em São Paulo. O método permite mapear detalhes milimétricos e antecipar eventuais riscos e danos no patrimônio histórico.
Tecnologia do Coliseu aplicada em São Paulo
A iniciativa é fruto de uma cooperação entre a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP) e pesquisadores da Universidade de Ferrara, na Itália, com participação do professor Marcello Balzani. Os equipamentos calculam com precisão as coordenadas do edifício para gerar uma nuvem de pontos que identifica desníveis e fissuras ocultas, criando um "gêmeo digital" do museu.
Gêmeo digital e detecção de fissuras
Segundo a professora Beatriz Kuhl, da FAU/USP, o monitoramento contínuo viabiliza reparos preventivos, o que reduz custos a longo prazo e dispensa intervenções invasivas. O Museu do Ipiranga, reaberto em 2022 após quase uma década fechado, utilizará o mapeamento completo para consolidar um programa contínuo de conservação.
Assuntos
- museu do ipiranga
- escaneamento 3d
- tecnologia a laser
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- usp
- patrimônio histórico
- gêmeo digital
- conservação preventiva
Crédito da apuração original: G1
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