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Socorro a presa que sobreviveu a injeção letal atrasa por suspeita de trote nos EUA

Socorro a presa que sobreviveu a injeção letal atrasa por suspeita de trote nos EUA

G1há 13 d
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O socorro de emergência a Christa Pike foi atrasado devido a dúvidas sobre a autenticidade do chamado após uma execução malsucedida no Tennessee, Estados Unidos. Áudios do serviço 911 revelam que autoridades penitenciárias e socorristas levaram cerca de meia hora para confirmar que o pedido de ajuda médica era legítimo.

Atraso no atendimento de emergência do 911

A primeira ligação foi registrada às 20h40 de 30 de setembro, mas as equipes de resgate só tiveram a entrada liberada na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend às 21h11. Durante esse intervalo, atendentes chegaram a classificar a chamada como falsa por falta de um código de confirmação.

Falha na aplicação de pentobarbital

Pike, de 50 anos, sobreviveu a duas doses de pentobarbital aplicadas na tentativa de executá-la pelo assassinato de Colleen Slemmer, ocorrido em 1995. A detenta permaneceu internada sob ventilação mecânica por vários dias, recuperou a consciência e já recebeu alta hospitalar, retornando à prisão. O Departamento de Correções estadual ainda não esclareceu a causa da falha na aplicação.

Assuntos

  • injeção letal
  • pena de morte nos eua
  • christa pike
  • tennessee
  • execução malsucedida
  • pentobarbital
  • sistema prisional americano

Crédito da apuração original: G1

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