
STF instaura inquérito sobre senador Flávio Bolsonaro e repasse de dados do STJ
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
A Polícia Federal realizou mandado de busca contra o ex-secretário de Tecnologia da Informação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Pradera, exonerado sob suspeita de repassar decisões e informações sigilosas ao advogado Willer Tomaz. O caso levou à abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção, peculato eletrônico e violação de sigilo envolvendo Tomaz e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Investigação da PF e abertura de inquérito no STF
A investigação, originada na Justiça Federal do Rio Grande do Sul em apuração sobre casas de apostas, identificou no celular de Tomaz minutas do STJ e mensagens que apontam Flávio Bolsonaro como usuário master da conta bancária de uma empresa do advogado. A PF também indicou custeio de viagens, reuniões e movimentações financeiras de Tomaz incompatíveis com suas atividades.
Acesso a dados sigilosos e movimentações financeiras
O STJ informou que exonerou servidores e abriu processos administrativos. A defesa de Willer Tomaz negou acesso a dados sigilosos ou interferência judicial. A defesa de Flávio Bolsonaro declarou que a relação é apenas de amizade e negou vínculos bancários com o advogado.
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Crédito da apuração original: G1
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