
Supermercado mineiro é alvo de ação civil por exigir traje em período eleitoral
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Um mercado em Capinópolis, no Triângulo Mineiro, recusou um acordo com o Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais (MPT-MG) após ser denunciado por assédio eleitoral. O caso ocorreu em 3 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições de 2026, quando o estabelecimento obrigou os funcionários a trocar os uniformes vermelhos por camisas da seleção brasileira. A denúncia foi confirmada no local por equipes da Polícia Militar e do Ministério Público Eleitoral.
Entenda a denúncia de assédio eleitoral
Após a negativa à proposta apresentada pela procuradora Amanda Fanini Gomes Alcântara, o MPT-MG ajuizou uma ação civil pública. A Justiça do Trabalho determinou que o estabelecimento interrompa imediatamente condutas que interfiram na liberdade política dos empregados, proibindo a exigência de trajes com conotação partidária e manifestações políticas no ambiente de trabalho. Além das medidas preventivas, o órgão requer a condenação da empresa ao pagamento de R$ 150 mil por danos morais coletivos. O processo segue em tramitação.
Assuntos
- assédio eleitoral
- mpt-mg
- supermercado capinópolis
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- ação civil pública
- justiça do trabalho
- liberdade política no trabalho
- direito trabalhista
Crédito da apuração original: G1
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