
Supremo volta a avaliar alterações nos prazos de inelegibilidade de políticos
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Supremo Tribunal Federal retoma nesta sexta-feira o julgamento sobre as alterações aprovadas pelo Congresso Nacional na Lei da Ficha Limpa. A análise de uma ação direta proposta pelo partido Rede Sustentabilidade pode destravar ou barrar candidaturas questionadas na Justiça Eleitoral, como as de José Roberto Arruda, no Distrito Federal, e de Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro.
Retomada da votação no plenário virtual
A análise do caso recomeça com o voto do ministro Gilmar Mendes, após pedido de vista realizado em maio. Há expectativa de que o magistrado divirja da relatora, ministra Cármen Lúcia, votando a favor da validade de trechos da nova norma. Até o momento, Cármen Lúcia e o ministro Luiz Fux votaram pela inconstitucionalidade das mudanças, sob o entendimento de que as novas regras enfraquecem o combate à corrupção e violam os princípios da probidade e da moralidade pública.
O que muda nos prazos de inelegibilidade
Aprovada pelo Legislativo e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei alterou os marcos temporais para a contagem do prazo de oito anos de inelegibilidade, diminuindo o tempo de punição para agentes públicos cassados ou condenados criminalmente. As novas regras também estabeleceram um teto de doze anos para inelegibilidades cumulativas por improbidade administrativa.
Impacto em candidaturas questionadas
O julgamento ocorre no plenário virtual e os outros oito ministros da Corte têm até o dia 18 para registrar seus votos.
Assuntos
- stf
- lei da ficha limpa
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- direitos políticos
- plenário virtual
- legislação eleitoral
Crédito da apuração original: G1
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