
Suspeita de ofensas raciais contra passageiro no metrô de São Paulo prestará depoimento
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A Polícia Civil de São Paulo identificou a mulher que cometeu ataques racistas contra o estudante Marcio Ferreira na estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela do metrô. O episódio ocorreu na noite de domingo (18), após uma manifestação de apoiadores de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a suspeita será intimada a prestar depoimento.
Identificação da suspeita e depoimento
O confronto teve início quando o estudante interveio em uma discussão política para tentar cessar agressões homofóbicas que a mulher dirigia a um grupo de pessoas. Após ser chamada de bolsonarista por Ferreira, a mulher passou a persegui-lo pelas escadas da estação e a atacá-lo com ofensas de cunho racial.
Início da discussão na Linha 4-Amarela
Em gravações feitas pela vítima, a mulher admite ter chamado o jovem de "preto de bosta". Ao ser confrontada sobre a prática de crime de racismo, ela tentou justificar as declarações afirmando que seu marido e seu filho são negros, além de acusar o estudante de agressão física para os seguranças.
Atuação do Ministério Público e imagens
Marcio Ferreira registrou boletim de ocorrência e foi ouvido pelas autoridades policiais. O Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi), do Ministério Público, requisitou a instauração de inquérito policial. A Polícia Civil também analisa as imagens do circuito de segurança do local. Em nota, a concessionária Motiva repudiou os atos e declarou colaborar com as apurações.
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Crédito da apuração original: G1
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