
Telefones de penitenciária feminina em Tupi Paulista ficam fora do ar há um mês
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Familiares de detentas relatam dificuldades para contatar a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, unidade onde a influenciadora e advogada Deolane Bezerra está presa desde maio pela Operação Vérnix. Há mais de um mês, os parentes não conseguem completar ligações para o presídio porque ao menos 12 números telefônicos com DDD 018 estão fora de operação, obrigando as famílias a dependerem de e-mails ou cartas para obter notícias.
Impactos no contato e nas visitas aos detentos
Os relatos apontam que a ausência de comunicação por voz prejudica o acompanhamento de atendimentos médicos, o envio de documentos e a renovação das carteirinhas de visitas. Familiares de municípios distantes, como Campinas e Iguape — localizada a quase 900 quilômetros do presídio —, relatam desespero e afirmam que a instabilidade nas linhas já ocorreu em períodos anteriores, gerando longas esperas por respostas.
Motivo da queda nas linhas telefônicas
Questionada sobre as falhas, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), por meio da Polícia Penal do Estado de São Paulo, informou que o sistema telefônico chegou a ser restabelecido em 11 de setembro, mas sofreu nova interrupção no dia 2 de outubro em decorrência de oscilações elétricas e fortes tempestades que atingiram a rede da operadora local.
Canais alternativos de atendimento
A pasta ressaltou que a empresa responsável realiza os reparos nas linhas físicas, mas não informou prazo para a conclusão dos trabalhos. Enquanto o serviço convencional não é normalizado, os contatos com a unidade ocorrem via e-mail e por atendimento automatizado de WhatsApp no número (18) 3851-9628.
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Crédito da apuração original: G1
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