
Testemunha relata comportamento possessivo de pecuarista foragido por feminicídio em SP
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
O pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, é considerado foragido após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça de São Paulo pelo feminicídio de Priscila Lacerda Custodio, de 24 anos. O crime ocorreu na noite da última terça-feira (27), às margens da Rodovia Cândido Portinari (SP-334), em Rifaina (SP).
Relatos de controle e histórico de agressões
Pollyanna Botelho, amiga que presenciou o assassinato acompanhada do irmão da vítima, Geovane Santana, relatou que o pecuarista era controlador e não aceitava a interrupção dos encontros casuais que mantinha com a jovem. De acordo com a testemunha, Bolelli recorria a chantagens emocionais, alegando problemas de saúde, e havia agredido Priscila fisicamente quatro dias antes do crime, em 23 de outubro.
Perseguição e contratação de detetive particular
O namorado da vítima, Samuel Ramos, de 26 anos, com quem ela morava havia cerca de um mês em Perdizes (MG) e planejava adquirir um imóvel em Uberlândia, afirmou que o pecuarista não aceitava o relacionamento dos dois e chegou a contratar um detetive para vigiar a jovem, que atuava na área de marketing digital.
Dinâmica do crime e fuga do suspeito
Sob ameaças de ser baleada na cabeça, Priscila viajou até o município paulista para devolver uma caminhonete pertencente a Bolelli. No ponto de encontro, os dois iniciaram uma discussão por causa de um aparelho celular. O pecuarista então sacou uma arma, disparou contra a jovem e fugiu com o veículo recém-entregue. A vítima não resistiu aos ferimentos, e a defesa do suspeito informou que ainda tenta contato com ele.
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Crédito da apuração original: G1
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