
Tradição eleitoral e cenário dividido colocam Minas Gerais no foco dos candidatos
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Considerado um estado "pêndulo" e reflexo eleitoral do país por respaldar o vencedor em todas as eleições presidenciais desde a redemocratização, Minas Gerais tornou-se estratégico no segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com 16,3 milhões de eleitores e abstenção de 22,8% no primeiro turno, o estado apresentou votação dividida. Flávio liderou a apuração mineira com 48,24% dos votos contra 43,33% do petista, vencendo em nove dos dez maiores municípios. Lula, por sua vez, ganhou no total de cidades, liderando em 452 das 853 localidades.
O peso do voto mineiro na disputa presidencial
Em busca do eleitorado indeferido e ausente, os presidenciáveis intensificaram agendas em território mineiro. Lula realizou atos em Juiz de Fora, Ipatinga e Belo Horizonte, acompanhado do ministro Alexandre Silveira e da senadora eleita Marília Campos (PT). Já Flávio visitou Capelinha e mobilizou agendas na capital ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o mais votado do país com 3,1 milhões de votos.
Estratégias de Lula e Flávio Bolsonaro no estado
A divisão política também se refletiu no Legislativo. Nas urnas, Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) foram eleitos ao Senado. Na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o PL garantiu as maiores bancadas, com 21 representantes em cada Casa, seguido pelas bancadas do PT. A exceção à disputa acirrada ocorreu no governo do estado, conquistado no primeiro turno por Cleitinho Azevedo (Republicanos), com 55,40% dos votos válidos.
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Crédito da apuração original: G1
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