
Tratamento com injeções contra obesidade exige supervisão médica e ajustes na rotina
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
No Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado neste domingo (11), especialistas alertam que as canetas emagrecedoras não substituem a adoção de hábitos saudáveis. O endocrinologista e professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Wallace Miranda, destaca que o uso desses fármacos exige prescrição individualizada e acompanhamento contínuo, visto que a obesidade é uma doença crônica.
Riscos do uso sem orientação médica
Criadas inicialmente para tratar diabetes e obesidade, medicações aplicadas por via subcutânea, como Ozempic, Wegovy e Monjaro, apresentam riscos se utilizadas sem orientação. O especialista adverte para reações adversas como náuseas, vômitos, diarreia, constipação e desidratação, que podem evoluir para quadros graves de pancreatite ou insuficiência renal.
A importância do acompanhamento multiprofissional
A consultora comercial Joyce Cardoso, de 31 anos, perdeu 18 quilos após atingir o ápice de 97 kg. Ela relata que o remédio funcionou apenas como ferramenta aliada a um suporte multiprofissional composto por nutricionista, psicólogo, educador físico e gastroenterologista, além de reeducação alimentar e exercícios físicos regulares.
Mudança no estilo de vida é indispensável
Miranda reforça que os medicamentos não concorrem com a mudança no estilo de vida, mas devem agir em conjunto. Para o médico, o controle efetivo da doença depende de uma alimentação equilibrada e sustentável, somada à prática de atividades físicas mantida ao longo de toda a vida.
Assuntos
- injeções contra obesidade
- tratamento da obesidade
- canetas emagrecedoras
- efeitos colaterais
- acompanhamento médico
- perda de peso saudável
- reeducação alimentar
Crédito da apuração original: G1
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