
Trump contesta escolha de Navi Pillay para Nobel da Paz e reivindica homenagem
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a escolha da jurista sul-africana Navi Pillay como vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 e afirmou que ele próprio deveria ter sido laureado. Em publicação na rede Truth Social, Trump declarou que merecia oito prêmios por ter mediado oito conflitos internacionais, além de alegar ter impedido o Irã de desenvolver armas nucleares e libertado reféns políticos.
Críticas de Donald Trump à premiação
Ao classificar a decisão do comitê como uma mancha inesquecível, o republicano afirmou que Pillay odeia Israel. Horas após o anúncio da honraria, o governo norte-americano impôs novas sanções ao Tribunal Penal Internacional (TPI), corte na qual a jurista já atuou como juíza. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, defendeu as medidas retaliatórias alegando proteger cidadãos norte-americanos de processos do tribunal internacional.
Sanções dos EUA ao Tribunal Penal Internacional
O presidente do comitê norueguês, Jørgen Watne Frydnes, ressaltou a importância da premiação para a defesa do sistema internacional. Pillay tornou-se a 21ª mulher a vencer o Nobel da Paz, que concede 11 milhões de coroas suecas. Sua carreira inclui a defesa jurídica de Nelson Mandela em 1973, o cargo de alta-comissária de Direitos Humanos da ONU e a presidência da comissão de 2025 que concluiu que Israel cometeu genocídio em Gaza.
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Crédito da apuração original: G1
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