
Univaja pede desculpas à Justiça Eleitoral após divergência sobre logística no Amazonas
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) pediu desculpas à juíza Dálethe Borges Messias, da 42ª Zona Eleitoral de Atalaia do Norte, no Amazonas, e formalizou uma retratação sobre a polêmica envolvendo o transporte de eleitores indígenas no segundo turno das eleições de 2026. A direção da entidade esclareceu que não autorizou o ofício de sua assessoria jurídica que acusava o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) de negar apoio logístico a mais de 40 aldeias.
Retratação e apuração interna na Univaja
Segundo o coordenador executivo da Univaja, Jaime da Silva Mayuruna, o envio do documento foi um ato isolado e motivou a abertura de um procedimento administrativo interno contra o procurador responsável. Ele também reafirmou a confiança da organização na magistratura e na Justiça Eleitoral.
Acordo garante transporte fluvial aos eleitores
A logística foi normalizada após reunião com o Ministério Público Eleitoral, a Funai e a prefeitura administrada por Denis Paiva. As entidades garantiram o combustível necessário para o deslocamento fluvial de todas as comunidades, apesar dos desafios causados pelo período de estiagem na região.
Justiça Eleitoral exige dados para monitoramento
Para acompanhar o processo, a juíza eleitoral exigiu a identificação detalhada das embarcações e dos responsáveis pelo transporte no segundo turno. A magistrada também solicitou informações antecipadas sobre rotas, tempos de viagem e contingente de eleitores para aprimorar o planejamento dos próximos pleitos.
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Crédito da apuração original: G1
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