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Universidade Federal de Alfenas responde a apuração do MPT sobre assédio moral

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G1há 1 h
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O Ministério Público do Trabalho investiga denúncias de assédio moral na Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG). O caso envolve o analista de tecnologia da informação Germano Lopes, que trabalha há 17 anos na instituição. O servidor relata ter sofrido isolamento profissional entre 2025 e 2026, período em que deixou de receber respostas a e-mails e teve processos estagnados. A situação resultou em diagnóstico de síndrome de burnout confirmado por perícia médica e no seu consequente afastamento do trabalho.

Relato de isolamento funcional e síndrome de burnout

Após afirmar que não obteve o acolhimento necessário nos canais internos da reitoria, Lopes recorreu à Justiça Federal e a órgãos externos. Paralelamente, o sindicato dos docentes da universidade registrou aumento nas queixas de assédio nos últimos três anos, apontando excessos cometidos por chefias, falhas no direito de defesa e vícios em processos administrativos já sinalizados pela Controladoria-Geral da União, além de problemas de saúde laboral.

Aumento de queixas sindicais e atuação de órgãos

Em posicionamento oficial assinado pelo reitor Alessandro Antonio Costa Pereira, a Unifal-MG afirmou que todas as manifestações do servidor foram analisadas e respondidas de acordo com os procedimentos regimentais. A instituição ressaltou a existência de uma política de enfrentamento ao assédio aprovada pelo Conselho Universitário em 2024, a atuação do Grupo de Enfrentamento e Mobilização contra o Assédio (Gema) e a obrigatoriedade de cursos temáticos para progressão funcional, iniciativa chancelada pela Recomendação nº 10/2026 do Ministério Público Federal. A universidade também orientou que novas queixas sejam formalizadas por meio da plataforma Fala.BR.

Assuntos

  • unifal-mg
  • assédio moral
  • ministério público do trabalho
  • mpt
  • universidade federal de alfenas
  • síndrome de burnout
  • saúde do trabalhador
  • servidor público federal

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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