
Universidades francesas aderem a protestos de colégios por verbas na educação
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Cerca de 30 universidades aderiram, nesta quinta-feira (1º), ao movimento de bloqueio de escolas de ensino médio que se espalha pela França. A mobilização estudantil, com campi bloqueados em cidades como Paris, Estrasburgo, Marselha e Lyon, reivindica mais recursos financeiros para a educação e a substituição imediata de professores ausentes. Os protestos ganham força a poucos dias da apresentação do orçamento estatal e a meses da eleição presidencial.
Expansão dos bloqueios para o ensino superior
De acordo com balanço do Ministério do Interior, as manifestações atingiram 356 escolas de ensino médio na quarta-feira (30), resultando em 625 pessoas detidas e 83 policiais feridos. O ministro da Educação, Édouard Geffray, informou que 119 estudantes e servidores escolares ficaram feridos desde o início dos bloqueios. Diante do cenário, o governo abriu ações judiciais contra os episódios de violência e anunciou a criação de uma plataforma de consulta para receber demandas regionais dos alunos.
Balanço de detenções e feridos nas manifestações
Incidentes em cidades como Tours — onde um aluno foi hospitalizado com ferimento na cabeça — motivaram a abertura de investigações sobre a atuação policial. Somando forças a greves recentes de servidores públicos que reivindicam reajustes salariais contra a inflação, lideranças da USL, da União Estudantil e da Unef convocaram novas manifestações por financiamento maciço para liceus e universidades, além da preservação de vagas e de auxílios habitacionais.
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Crédito da apuração original: G1
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