
Universitárias de SP desenvolvem ferramenta digital para mulheres com câncer de mama
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Estudantes de Itapetininga, no interior de São Paulo, desenvolveram o aplicativo Mira com o objetivo de criar uma rede de apoio e acolhimento para mulheres diagnosticadas com câncer de mama. A ferramenta funciona como um espaço seguro para a troca de experiências sobre a rotina da doença, além de auxiliar na organização de medicamentos e etapas do tratamento.
Como funciona a plataforma Mira no apoio às pacientes
Idealizado por Alanis Bowen, Beatriz Rodrigues e Gabriela Rodrigues, o projeto nasceu de pesquisas acadêmicas que identificaram a solidão e a apreensão enfrentadas pelas pacientes após o diagnóstico. Com o suporte de professores, médicos oncologistas e mulheres que vivenciaram a enfermidade, a iniciativa expandiu-se para além da universidade. O nome escolhido faz referência à centralidade da paciente no próprio cuidado e ao foco na recuperação.
A importância da detecção precoce do câncer de mama
Em fase final de tratamento, a paciente Adriana Monteiro ressalta a importância do suporte emocional e enfatiza a necessidade de exames preventivos, como a mamografia. De acordo com ela, a detecção precoce do tumor colabora em quase 99% para a condução tranquila e eficiente do processo terapêutico.
Assuntos
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- itapetininga
Crédito da apuração original: G1
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