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Venda de publicidade em letras musicais gerou receitas no pop e no sertanejo

Venda de publicidade em letras musicais gerou receitas no pop e no sertanejo

G1há 3 h
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O anúncio do primeiro show do grupo Pussycat Dolls em São Paulo, marcado para 30 de outubro, relembra as tentativas da indústria musical de transformar composições em espaço publicitário. O modelo ganhou visibilidade em 2008, quando o empresário Adam Kluger tentou vender menções em músicas da banda. Embora o grupo não tenha fechado contratos, o rapper Flo Rida adotou a estratégia em faixas como "Hey Jasmin" e "Zoosk Girl".

A tentativa de marcas em letras no pop internacional

No mercado internacional, a inserção sonora de marcas sofreu rejeição do público, limitando a publicidade aos videoclipes. No Brasil, o sertanejo transformou a prática em lucro: em 2018, Gusttavo Lima recebeu ao menos R$ 1 milhão para citar o uísque Old Parr em "Zé da Recaída", seguido pela dupla Zé Neto & Cristiano com "Alô Ambev", em 2020.

O sucesso milionário do modelo no sertanejo

Atualmente, a comercialização direta de versos tornou-se rara. O mercado priorizou parcerias visuais em clipes, redes sociais e turnês, mantendo as citações em letras apenas de forma espontânea.

Assuntos

  • publicidade em músicas
  • marcas em letras de música
  • sertanejo e publicidade
  • gusttavo lima zé da recaída
  • product placement musical
  • mercado fonográfico
  • pussycat dolls
  • patrocínio na música

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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