
Venda de publicidade em letras musicais gerou receitas no pop e no sertanejo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O anúncio do primeiro show do grupo Pussycat Dolls em São Paulo, marcado para 30 de outubro, relembra as tentativas da indústria musical de transformar composições em espaço publicitário. O modelo ganhou visibilidade em 2008, quando o empresário Adam Kluger tentou vender menções em músicas da banda. Embora o grupo não tenha fechado contratos, o rapper Flo Rida adotou a estratégia em faixas como "Hey Jasmin" e "Zoosk Girl".
A tentativa de marcas em letras no pop internacional
No mercado internacional, a inserção sonora de marcas sofreu rejeição do público, limitando a publicidade aos videoclipes. No Brasil, o sertanejo transformou a prática em lucro: em 2018, Gusttavo Lima recebeu ao menos R$ 1 milhão para citar o uísque Old Parr em "Zé da Recaída", seguido pela dupla Zé Neto & Cristiano com "Alô Ambev", em 2020.
O sucesso milionário do modelo no sertanejo
Atualmente, a comercialização direta de versos tornou-se rara. O mercado priorizou parcerias visuais em clipes, redes sociais e turnês, mantendo as citações em letras apenas de forma espontânea.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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