
Vendas do agronegócio brasileiro para a União Europeia crescem sob novo acordo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Após mais de 25 anos de negociações e a assinatura oficial em janeiro de 2026, a aplicação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia completou seis meses com impactos positivos para o comércio exterior brasileiro. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), as exportações do agronegócio para o bloco europeu somaram US$ 12,21 bilhões entre maio e setembro de 2026, um avanço de 14,8% em valor e de 8,1% em volume na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Impacto positivo do acordo comercial Mercosul-UE
O crescimento foi impulsionado pela redução das tarifas de importação, que tornou os produtos nacionais mais competitivos. O complexo soja manteve a liderança da pauta exportadora, alcançando US$ 4,19 bilhões, com alta de 49% nas vendas do grão. No entanto, os maiores aumentos percentuais em valor ocorreram no setor apícola, com alta de 367%, nos produtos oleaginosos (161%) e nas carnes (103,5%). Entre os itens individuais, destacaram-se o abacate, com disparada de 421,2%, e o óleo de milho bruto, que subiu 266,3%.
Produtos com maior alta nas exportações
Com as compras brasileiras de produtos agropecuários da União Europeia somando US$ 1,67 bilhão, o superávit do Brasil no setor atingiu US$ 10,54 bilhões, uma expansão de 17%. O tratado prevê a liberalização gradual de quase 99% das exportações agrícolas do país até 2030, sob a condição de cumprimento das normas sanitárias e ambientais europeias, como o regulamento contra o desmatamento.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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