
Voo fretado de Flávio Bolsonaro aos EUA foi pago por conta empresarial americana
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O voo fretado que levou o senador Flávio Bolsonaro e sua família da Argentina aos Estados Unidos custou US$ 150 mil, cerca de R$ 816 mil. Segundo Luis Grande, dono da companhia aérea argentina Baires Fly, o montante saiu de uma conta empresarial americana e foi transferido por um intermediário do setor de aviação para uma instituição bancária na Argentina. A identidade do contratante final não foi revelada.
Custos e pagamento do voo fretado
Relatos da imprensa americana indicam que Jason Miller, assessor de Donald Trump, teria articulado a viagem. No entanto, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que o governo americano não teve participação na logística. O jato Gulfstream G400 partiu de Puerto Iguazú, fez escala de reabastecimento em Guayaquil, no Equador, e desembarcou a família no Aeroporto de Opa-Locka, na Flórida, na quarta-feira (28).
Rota da viagem e articulação internacional
A saída do parlamentar do Brasil ocorreu após o Supremo Tribunal Federal determinar a retenção de seus passaportes pela Polícia Federal. O advogado de Flávio, Frederick Wassef, negou que a viagem tenha sido uma fuga e afirmou que as informações não foram confirmadas oficialmente. A assessoria do advogado Willer Tomaz também negou que suas aeronaves tenham sido usadas no transporte do senador até a Argentina.
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Crédito da apuração original: G1
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