
Votação para o Congresso americano define equilíbrio de poder no governo Trump
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Resumo Rapidim · 14% do texto original
Os eleitores dos Estados Unidos vão às urnas para definir a nova composição do Congresso em uma votação decisiva para o governo do presidente Donald Trump. A disputa definirá se o Partido Republicano manterá o controle da Câmara dos Deputados e do Senado ou se o Partido Democrata conquistará a maioria, ampliando o poder da oposição para fiscalizar e barrar medidas do Executivo.
Disputa pelo controle da Câmara e do Senado
A eleição funciona como um plebiscito sobre a atual administração, que registra 32% de aprovação popular sob o impacto de fatores como tarifas e o conflito no Irã. Para alcançar a maioria no Senado, os democratas precisam defender posições em estados como o Michigan e obter quatro cadeiras adicionais, disputando votos em locais como Iowa, Texas, Alasca, Ohio e Kansas. Trump tentou restringir o voto por correio e prometeu pagar US$ 5 mil a cada cidadão caso seu partido mantenha o controle das duas Casas.
Campanha recorde e investimentos bilionários
A campanha é a mais cara da história legislativa do país, com gastos em propaganda estimados em quase US$ 12 bilhões. O empresário Elon Musk desponta como o principal doador individual da disputa, tendo investido cerca de US$ 450 milhões.
Impactos políticos e governabilidade
Analistas como Cesar Zucco e José Scheinkman, da Universidade Columbia, e Mauricio Moura, da Universidade George Washington, apontam que o resultado pode frear a ampliação dos poderes presidenciais observada nos últimos dois anos. Além disso, especialistas alertam para a possibilidade de uma disputa judicializada na certificação final dos votos. A votação servirá também como termômetro para as lideranças partidárias e para a próxima eleição presidencial.
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Crédito da apuração original: G1
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